segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Tava quieta, razoavelmente feliz. Quando de repente você chega no ambiente. Ocupando todo o espaço. Me empurrando para o canto da parede com sua presença esmagadora. Me lotando de dúvidas. Esvaziando minhas esperanças. Fazendo me sentir sozinha. Eu, agora pequena. Frágil. Com medo de falar. De se mover. Me escondo dentre os rostos na multidão e covardemente tento me retrair. Isso, covarde! Uma covarde! Mas rápido que a velocidade da luz, me movimento em direção a porta de saída. Tensa. Quase sem ar. Inspiro. Respiro. Sinto o ar novamente. Mas infelizmente, percebo que só consigo isso, longe de você.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário