assim vai deixando tudo que era nada. É tudo só pingo de tempo dentre tanto que há no copo repleto das lembranças, esperança. Não digo-lhe que derrame o copo, digo-te: Deixa! Permita que os momentos permaneçam nele, jamais o esvazie. A graça é justamente encher o copo mais e mais, até que transborde. O que ele expele ao transbordar? Tudo que não era realmente para estar! Então, só deixa. Deixa que o copo diz. Deixa que a lembrança ruim transforme-se em experiência, e a lembrança de nada em só mais uma crença. Deixa que a dor perdure até o que amor cure. Deixa, só deixa. E então, será.
Um comentário:
É da Vanessa Brunt? Amo essa poeta. Acho que já tinha visto esse em algum lugar, mas não tinha prestado atenção. Amei
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